quinta-feira, 10 de julho de 2014

A GRANDE TRIBULAÇÂO

                                                                
                                                                  A GRANDE TRIBULAÇÃO

O sentido da palavra “tribulação” na Bíblia. Na língua grega do Novo Testamento, tribulação aparece como thilipsisque significa “colocar uma carga sobre o espírito das pessoas”. Na tradução Vulgata Latina, a palavra é tribulum e se refere a uma espécie de grade para debulhar o trigo. Ou seja: instrumento que o lavrador usa para separar o trigo da sua palha. A idéia figurada, aqui, é a de afligir, pressionar.

Analisada à luz do contexto bíblico, a palavra pode referir-se tão-somente a um tipo de pressão, aflição ou angústia que se passa na vida cotidiana. Outras vezes, tem o sentido escatológico.

 O sentido da expressão Grande Tribulação. A expressão é essencialmente escatológica. No Antigo Testamento é identificada por outros nomes tais como “o dia do Senhor” (Sf 1.14-18; Zc 14.1-4); “a angústia de Jacó” (Jr 30.7); “a grande angústia” (Dn 12.1); “o dia da vingança” (Is 63.1-4); “o dia da ira de nosso Deus”. No Novo Testamento, a expressão ganha maior sentido com o próprio Senhor Jesus ao identificar aquele tempo como período de “grande aflição” (Mt 24.21), depois em Ap 7.14, como Grande Tribulação.

 Estará a Igreja na Grande Tribulação? Existem duas linhas de entendimento acerca desse assunto: uma acredita que a Igreja não estará no primeiro período da Grande Tribulação; outra afirma que a Igreja sofrerá no primeiro período da Grande Tribulação. Os partidários do arrebatamento da Igreja depois da Grande Tribulação insistem que os rigores da tribulação são exclusivamente para Israel. Porém, entendemos que o arrebatamento dos santos em Cristo se dará, nem na metade nem depois da tribulação, mas exatamente antes dela, para livrar a Igreja desse inigualável tempo de sofrimento (1 Ts 1.10; 3.10).

Podemos perceber que os juízos catastróficos de Deus sobre Israel e o mundo naqueles dias só terão início depois que a Igreja for retirada da Terra. Até o capítulo 5 de Apocalipse se fala da Igreja, mas no capítulo 6, quando se iniciam os juízos, a Igreja não mais aparece, senão no capítulo 19.

Os partidários da idéia de que a Igreja estará na primeira metade da Grande Tribulação confundem essa metade, que será de uma falsa paz negociada entre Israel e o Anticristo (Dn 9.27). Não cremos que a Igreja necessite da paz do Anticristo bem como não podemos interpretar o cavaleiro do cavalo branco de Ap 6.2 como sendo Cristo, uma vez que na seqüência do texto os outros cavalos e seus cavaleiros são demonstrações dos juízos divinos (Ap 6.2-8). 

                                PROPÓSITOS DA GRANDE TRIBULAÇÃO  

Dois principais propósitos se destacam: o primeiro é levar Israel a receber o seu Messias; e o segundo é trazer juízo sobre todo o mundo, especialmente, sobre as nações incrédulas.

 Levar Israel a receber o Messias. O profeta Jeremias profetizou que esse tempo seria identificado como “o tempo da angústia de Jacó” (Jr 30.7). Revela que será um tempo especialmente para os filhos de Jacó, isto é, Israel. Todos os eventos desse período são indicados na Bíblia, como “o povo de Daniel”, “a fuga no sábado”, “o templo e o lugar santo”, “o santuário”, “o sacrifício”, e outras mais. São expressões típicas da experiência política e religiosa de Israel. Portanto, antes de qualquer outra coisa, esse período é especialmente para o povo judeu.

Outrossim, o propósito de Deus para com Israel na tribulação é o de trazer conversão a esse povo, porque parte dele se converterá e entrará com o Messias no reino milenial (Ml 4.5,6).

Quando o Messias surgir, não só os judeus povoarão a Terra, mas uma multidão de gentios se converterá pela pregação do remanescente judeu (Mt 25.31-46; Ap 7.9), e entrará no reino milenial de Cristo.

 Trazer juízo sobre o mundo. Ap 3.10 revela esse propósito quando fala a igreja de Filadélfia: “também eu te guardarei da hora da angústia que há de vir sobre o mundo inteiro”. A mensagem é para a Igreja e dá a garantia de que será guardada daquele tempo. Mais uma vez compreende-se que a Igreja não passará pela Grande Tribulação. Entendemos que esse período alcançará a todas as nações da Terra (Jr 25.32,33; Is 26.21; 2 Ts 2.11,12), e Deus estará julgando-as por sua impiedade. Diz a Bíblia que as nações da Terra terão sido enganadas pelo ensino da grande meretriz religiosa, chamada Babilônia (Ap 14.8), e seguido ao Falso Profeta na adoração a Besta (Ap 13.11-18). Esses juízos virão para purificar a Terra e, quando o Messias assumir o comando mundial de governo, haverá paz e justiça.


    NOMES QUE A BIBLIA MENCIONA SOBRE A GRANDE TRIBULAÇÃO
Os diferentes nomes que a biblia menciona para descrever este período mostram que serão tempos muito difíceis.Agora veremos adiante o comentário de cada um desses nomes ,e o sentido desses nomes expressivos.

                           1.  Tempo de angustia para Jacó Dn 12.1) 

  O profeta Daniel á descreve de seguinte maneira"...e haverá tempo de angustia ,qual nunca houve...".Jesus também fala a respeito em (MT 24.41 e LC 21.22),Muitas pessoas acham que grande Tribulação é só um período de desemprego doenças,crimes,desavenças nos lares,desonestidade e fome em vários lugares ,isto também por acontecimentos muito piores do que estes.

                                   2.A angustia de Jacó(JR 30.7) 

    O profeta Jeremias teve uma visão profética concernente a Israel que  viu como essa nação ficou libertada do jugo das nações gentilicas ,sendo restaurada ao favor divino.Mas antes que isso acontecesse ,ele viu que Israel passou por um tempo de "tribulação"sem igual ,Jeremias viu o "tempo de angustia para Jacó. 
   Este sombrio tempo de angustia é ocasionado juntamente com referencias escatológicas ,como são vistas em (IS 16.5,JR30.7 DN 12.1 MT 24.21,MC 13.19,2TS 2.6 AP 3.10).Os acontecimentos que se relacionarão no período desta angustia sem precedentes na história mundial ,estão narrados nos capítulos ap 19. "A angustia de Jacó' em tal contexto torna-se mais facil de entender os ensinamentos bíblicos com referencias a um tempo final de grande tribulação,um tempo de catástrofes sem precedentes para o mundo inteiro .
    Muitas dessas profecias foram dadas a Israel ao "tempo de angustia para Jacó"nas outras profecias revelam que esse tempo será de angustia para Jacó.As catastrofes desse período atingirão toda a terra e edificarão o destino de cada nação.Nas escrituras esse tempo de angustia se acha relacionado como fim dos tempos quando Israel estiver reunido outra vez em sua antiga pátria.Isso é muito significativo ante o fato de Israel está de volta a sua terra.
  O cenário já está montado para esse exato tempo de angustia ,eo profeta Jeremias registrou(JR 30.30) logo após essa predição do seu tempo de angustia .Seu dia de angustia foi descrito em JR 30.7) com base nessa promessa a sequência de eventos que referem a Israel no fim dos tempos,será primeiro ,seu tempo de angustia e finalmente seu tempo libertação quando Cristo retornar com poder para reinar(ZC 14).

      3.A grande tribulação é chamada a irá futura (1 TS 1.10)-Ira de Deus sobre toda a terra.

     A ira de Deus se manifestará desde os céus neste tempo.Isso aconteceu nos dias de Noé sobre a terra,sob a forma de um diluvio(GN 6.13),´refiro-me a uma comparação em (GN 15.16),a bíblia fala da medida de injustiça dos amorreus,que ainda não estava cheia compare(DT 9.4-5), assim também acontecerá na grande tribulação quando a medida dos pecados desta mundo estiver cheia ele  será o grande dia da ira do cordeiro (AP 6.16-17).O Senhor mesmo  pisará o lagar do vinho do furor e da ira do Deus todo poderoso (AP 19.15).
     Outros textos bíblicos similares ,mostram que a ira de Deus pode manifestar-se cada dia virá um dia particular reservado a manifestadão da ira  divina o dia do Senhor conforme  "será o dia da ira e da indignaçao divina(EZ 7.19,MT 3.7 LC 21.23 RM 2.5 1T1.10 APOC 6.17).Devemos porem ter em principio cada detalhe do rompimento da sua ira divina durante o sombrio tempo da grande tribulação seu sentido natural divino e escatológico ao mesmo tempo. 

      4.O quarto    nome que define a grande tribulação é"a hora da tentação"(AP 3.10).

      A refencia neste versículo sobre a "hora da tentação um termo tecnico para descrever o período sombrio da grande tribulaçaõ em (tg 1.13) dia que Deus não tenta ninguém ,parece-nos mais aceitáveis o"por á prova" porque a tribulação virá não só como castigo especificamente ,mas também para atravez dele levar os homens a tomar decisões (AP 11.13),E todos não resta a menor dúvida se decidirão por arrepender ou pelo Anticristo que sem dúvida ,dominará o mundo dos impios.

     5.A grande tribulação é chamada 'o dia da vingança"(IS 63.1-4).

   Quando Jesus visitou a sinagoga em Nazaré ,foi lhe dado o livro do profeta Isaias para que lesse(LC 4.14-210),ELE intemrrompeu a leitura ,havia-se cumprido perante as pessoas que o ouviram.O filho de Deus havia deixado de ler o final do versículo que diz"o dia da vingança do nosso Deus"(IS61.1).Jesus proporcionou o dia aceitável do Senhor que está em vigor o dia da vingança do nosso Deus só sucederá na grande tribulação. 
  A noção associada a esse tempo provem da tradição da gerra e permite reconhecer os seguintes elementos básicos que expressam o sentido de cada argumento:
 Em um futuro próximo Deus haverá de intervir na história de Israel (IS13.10  IS 34.9  EZ 10.18 ZC 14.16),como clama-se a luta para que Deus tome vingança 9IS13.2 JR46.3 JR3.9 OB V.100,medo externo9IS13.7 JL 2.6),dores e convulsões (IS 13.80,acompanharão as pessoas ;aflições virão sobre elas 9SL1.150 e suas mãos desfalecerão (IS 13.7 EZ 7.17).

               Vejamos mais expressões sobre'o dia da vingança" 

         1.dia da ira do Senhor (EZ 7.19 SF 1.15 2.30) 
         2.dia de consternação (EZ 7.7)
         3.dia  da vingança (IS 34.8 IS 63.4)
         4.dia das nuvens tenebrosas (EZ 30.29)
         5.dia de aflição (OB 12.14 SF 1.14-15)
         6.o ano da represália 9JR 46.10).
    Da mesma forma pode ser aludido á esse dia atravez do plural "naquele dia' para "naqueles dias"(JOEL3.10 e finalmente atravez de uma expressão que já Jeremias 4.1 estivera para le´lo, naquele tempo que é conhecido em DN 15 vezes,o tempo do fim ,naquele tempo(JOEL 3.1 SF 1.12 SF 3.19-20).
Todos esses e seus correlatos apontam por referencias ou inerreferencias para o período sombrio da grande tribulação.Como se´ra terrível esse dia do Senhor ,é terrível a sorte daqueles contra quem começa a enfurecer a ira do Senhor.
Toda humanidade estará aterrorizada ,todas as faces estarão afogueadas ,coradas de terror ,a injustiça será vingança quando isto acontecer ,o dia de compaixão ,só a  ira é derramada.As estrelas do céu e suas consternadões se entenebreceram ,assim o Senhor vem para julgar as pessoas do mundo.
 Quem permanecerá de pé quando ele aparecer?Só os que invocarem o nome do Senhor ,porque o Senhor vem assim para visitar o mal da humanidade ,toda a natureza ficará profundamente perturbada ,os céus tremem e a terra é sacudida.O que aconteceu com Sodoma e Gomorra não se compara o que esta prestes á acontecer no dia da vingança ,a agua e a terra se formam em piche,enxofre ,fica bem claro que sobre os impios a ira de Deus irá se voltar contra os impios de forma mais apavorante.

   Emprega-se para 'ira de Deus"em nove das 19 vezes estão no livro do apocalipse ,onde a ira de Deus é retratada ferindo somente os impios (ap 11.18e 14.8),vem sobre a Babilonia AP 14.19,AP15.1,Vem sobre os exércitos no Armagedom (ap15.1-7 16.1-19),e vem sobre os habitantes da terra.No Armagedom ,Deus está em foco como um grande guerreiro  vingador ;suas palavras ali são solenes (IS63.3 RM 2.8).Fica bem claro e este dia como é descrito na bíblia como tempo de castigo ,de juízo dos céus ,do derramar da ira de Deus.
     Há diferença entre "o dia de Cristo"e "o dia do Senhor".O dia de Cristo se refere ao tempo quando os cristãos se apresentarão perante o tribunal de Cristo ,em seus corpos glorificados e o  "dia Senhor" ou o dia da vingança refere-se ao tempo quando Deus estiver derramando seus juízos sobre á terra e descer  para implantar seu reino mundial teocrático ,inicia-se o milênio. 

                            QUANTO A EXPRESSÃO "DIA NA BIBLIA?  N

                                 O TEMPO DA GRANDE TRIBULAÇÃO


Não há texto bíblico mais explícito quanto ao tempo da Grande Tribulação do que a profecia de Daniel 9.24-27 acerca das setenta semanas determinadas por Deus para a manifestação dos juízos de Deus sobre Israel e sobre o mundo.

 O que são as setenta semanas. A identificação começa com Dn 9.24: “Setenta semanas estão determinadas”. A palavra semana interpreta-se como semana de dias. O número sete indica a quantidade de dias da referida semana. Porém, a palavra dia interpreta-se como ano. Cada dia equivale a um ano e, sete dias multiplicados por setenta (70 x 7) dá o total de 490 anos.

 Os três períodos das 70 semanas. O primeiro período de sete semanas, equivalente a 49 anos, teve o seu início no reinado de Artaxerxes através de Neemias, copeiro-mor (Ne 2.1,5,8), quando pediu ao rei para voltar à sua terra e reedificar a cidade e os seus muros. Ocorreu em 445 a.C. quando foi dada a ordem “para restaurar e reedificar Jerusalém” (Dn 9.25).

O segundo período de 62 semanas, equivalente a 434 anos, refere-se ao tempo do fim do Antigo Testamento até a chegada do Ungido, o Messias. Nesse período, o Ungido seria rejeitado e ultrajado pelo seu povo, e morto (Dn 9.26). Cumpriu-se esse segundo período até o ano 32 d.C, quando Cristo, o Ungido, foi rejeitado e morto pelos judeus. Até então, 69 semanas (ou 483 anos) se cumpriram.

O terceiro período abrange “uma semana” (7 anos) conforme está no texto de Dn 9.27. Misteriosamente, acontece um intervalo profético na seqüência natural das 70 semanas identificado como os tempos dos gentios (o nosso tempo), no qual se destaca, especialmente, a Igreja constituída de um povo remido por Jesus e que está em evidência até o seu arrebatamento para o céu. Terá início, em seguida, a última semana, a 70ª.

 A última semana profética. No texto de Dn 9.26 surge “um povo e um príncipe” que virão para assolar e destruir Israel sob “as asas das abominações”. Esse príncipe não é outro senão “o assolador”, o “Anticristo”, “o homem do pecado” e “o príncipe que há de vir” (Dn 9.26). Ele fará uma aliança com Israel “por uma semana” (Dn 9.27). Virá com astúcia e inteligência. Sua capacidade de persuasão será enorme e, na aliança que fará com Israel, não terá a plena aprovação desse povo. Sua tentativa será a de restabelecer a paz, sobretudo no Oriente Médio oferecendo um tratado. O mundo todo o honrará e o admirará naqueles dias. Ele se levantará de uma força política mundial, uma confederação européia, que, na linguagem figurada da profecia, aparece como “um chifre pequeno” que surge do meio de “dez chifres” do “animal terrível e espantoso”, conforme Dn 7.8. Esse “animal terrível e espantoso” pode ser identificado como o sistema europeu, equivalente ao antigo Império Romano.

Num breve espaço, “metade da semana” (três anos e meio), esse líder alcançará o apogeu do seu domínio mundial e então haverá uma falsa paz. Nesse momento se dará o rompimento da aliança com Israel. O príncipe, embriagado pelo poder político, entrará em Israel e então se iniciará “a grande angústia de Israel” (2 Ts 2.4; Ap 13.8-15), a Grande Tribulação.

                                  ISRAEL NA GRANDE TRIBULAÇÃO 

É o povo de Israel a razão mais evidente da Grande Tribulação. Ele é o alvo principal por causa das suas relações com o plano redentor de Deus para com a humanidade. Israel foi escolhido para representar os interesses divinos na Terra. Mas, lamentavelmente, não foi fiel aos pactos e, por isso, houve a mudança no plano divino. Sua desobediência, prevaricação e idolatria serão castigadas nesse período. No entanto, o propósito de Deus não é só o de castigar Israel, mas também o de mostrar sua fidelidade e amor para com o Seu povo.

                             A MULHER VESTIDA DE SOL (Ap 12.1,2)

Depois dos vários eventos catastróficos efetivados pela abertura dos sete selos e das sete trombetas, surge um intervalo com uma série de visões e, então, haverá o derramamento das sete taças de pragas sobre a Terra.Três personagens são destacados no capítulo 12 de Apocalipse: a mulher vestida de sol, o grande dragão vermelho e o filho varão.

 Quem é a mulher vestida de sol? Há várias interpretações acerca dessa mulher e o que ela representa. Segundo a linha de interpretação que adotamos entendemos que ela não representa a Igreja de Cristo, uma vez que esta estará no céu com Cristo. Também a mulher não representa a Igreja do Antigo Testamento, nem tampouco representa Maria, a mãe humana de Jesus. Indiscutivelmente, representa o povo de Israel.

 Os símbolos da mulher. Os símbolos que estão em torno da mulher — o sol, a lua e 12 estrelas — estão associados aos filhos de Israel (Gn 37.9; Jr 31.35,36; Js 10.12-14; Jz 5.20; Sl 89.35-37).


                               O GRANDE DRAGÃO VERMELHO (Ap 12.3,4)

 Quem é o grande dragão vermelho. Representa Satanás (Ap 12.9). Essa criatura animalesca e vermelha é a figura do poder do mal e da destruição que virá sobre a nação israelita naqueles dias. O vermelho indica o seu poder sanguinário objetivando matar especialmente a mulher e seu filho.

 O poder do dragão. Um detalhe especial desse dragão são as sete cabeças e dez chifres, além de sete coroas sobre essas cabeças (Ap 12.3). As mesmas características desse dragão aparecem sobre a Besta nos capítulos 13 e 17 de Apocalipse. Os poderes que a Besta (Anticristo) demonstrará nos dias da Grande Tribulação serão advindos de Satanás. As sete cabeças e os diademas sobre elas simbolizam os grandes reinos e os poderes desses reinos. Satanás usará de toda a sua força para destruir Israel naqueles dias. Ele é o dragão vermelho que se lançará contra o povo de Deus representado pela mulher.

 Que representam as estrelas do céu? (Ap 12). Alguns intérpretes afirmam que serão homens proeminentes do mundo que se levantarão contra Israel para destruí-lo da face da Terra. Porém, a interpretação mais aceitável indica que se trata de demônios sob a égide de Satanás, os quais, lançados sobre o mundo, promoverão grande desordem moral, social e espiritual no seio da humanidade.
         
                                       O FILHO VARÃO (Ap 12.5)

 Quem é o filho varão. Os intérpretes divergem aqui. Há os que afirmam se tratar da Igreja, equivocadamente. Outros entendem que se trata dos mártires da Grande Tribulação, e outros afirmam que esse filho varão representa o remanescente judeu de então.

 Jesus, o mais evidente. A interpretação mais aceitável diz que esse filho varão representa Jesus, uma vez que somente Ele, o Messias, “regerá as nações com vara de ferro”. O Salmo 2 é messiânico e se constitui num rico contexto profético no cumprimento da profecia de Apocalipse 12.5. Israel representa a mulher, e o filho varão representa Jesus. Ele nasceu de mulher israelita. Por isso, quando o texto diz que a mulher (Israel) deu à luz um filho varão, está, na realidade, falando do nascimento humano de Jesus. Quando fala que o “filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono”, refere-se à ascensão vitoriosa de Cristo depois da Sua ressurreição.

Há um paralelo entre Ap 12 e Miquéias 5, que identifica a mulher como a nação israelita. Mq 5.2 fala sobre o nascimento dAquele que seria o Senhor em Israel, o Messias. Entretanto, por causa da rejeição deste governante (o Messias) na Sua primeira vinda, a nação foi posta de lado. O texto de Mq 5.3 declara assim: “os entregará até ao tempo em que a que está de parto tiver dado à luz”, indicando que a nação estará com dores de parto até ao tempo de dar à luz o filho. Também, em Rm 9.4,5 o apóstolo Paulo fala dos israelitas e declara que Cristo veio de Israel, segundo a carne.

A tentativa inútil do grande dragão contra o filho varão. Satanás, o grande dragão vermelho não conseguirá alcançar o filho varão porque ele foi arrebatado para o seu trono. O filho varão de Israel, arrebatado do poder de Satanás, um dia descerá em grande pompa sobre o monte das Oliveiras (Zc 14.1-9) e, então, tomará as rédeas do governo mundial sob o poder do Diabo, o Anticristo e o Falso Profeta.

Na vinda poderosa do filho, o Anticristo e o Falso Profeta serão lançados no Lago de Fogo (Ap 19.19,20). No mesmo ímpeto da gloriosa vinda do filho varão, o grande dragão, que é Satanás, será amarrado e lançado no Poço do Abismo (Ap 12.7-9; 20.1-3).
   
                      A FUGA DA MULHER PARA O DESERTO (Ap 12.6)


 O deserto (Ap 12.6). Não se refere aqui especificamente a um lugar geográfico, mas metafórico. Nas terras do Oriente Médio o deserto é o lugar mais apropriado para fugitivos. A mulher representa a nação de Israel, depois de perseguida pelo grande dragão vermelho, que foge para um lugar de refúgio no deserto, para escapar à fúria do dragão, o Diabo.

O período do refúgio (Ap 12.6). As pressões sobre Israel serão enormes naquele período, mas o grupo fiel encontrará refúgio por 1.260 dias. No calendário judaico de 360 dias, os 1.260 dias equivalem à metade da semana profética de Daniel 9.27, ou seja, três anos e meio. Essa mesma cifra de 1.260 dias equivale a outras cifras tais como quarenta e dois meses, ou “um tempo, tempos e a metade de um tempo”. Essa diferença de linguagem não muda o sentido real da profecia, porque a cifra é a mesma. E exatamente o período mais terrível que sobrevirá sobre Israel na sua terra.

O remanescente judeu (Ap 12.17). No período final da Grande Tribulação, o remanescente judeu, constituído de israelitas fiéis ao antigo pacto, não se submeterá ao sistema do Anticristo, que é a Besta que subiu do mar de Ap 13.1,2, e terá de fugir para o deserto (Ap 12.17). É, sem dúvida, o remanescente judeu salvo na Grande Tribulação.

Em Seu discurso no Monte das Oliveiras, respondendo às interrogações dos discípulos, Jesus mencionou a vinda dum período de tributação sem paralelo em toda a história do povo de Deus. Mt 24.21,22. Não devemos confundir essa profecia com os sofrimentos dos habitantes de Jerusalém por ocasião da queda dessa cidade no ano 70, provocada pelos exércitos romanos sob o general Tito. Há várias coisas que não aconteceram em 70 que deverão acontecer em algum tempo futuro, por exemplo, a vinda de Cristo logo depois dessa tribulação. Mt 24.30.
O profeta Jeremias teve uma visão profética concernente a Israel em que viu como essa nação ficou liberta do jugo das nações gentílicas, sendo restaurada ao favor divino. Mas antes que isso acontecesse, ele viu que Israel passou por um tempo de "tribulação" sem igual. Jeremias o chamou do "tempo da angústia para Jacó". Jr 30.4-9.
O profeta Ezequiel teve a mesma revelação, vendo Israel trazido de novo para a sua terra, procedente das nações gentílicas para onde fora espalhado. Israel, segundo esta visão, será purificado, sendo os rebeldes contra o Senhor separados do seu meio, "passando debaixo do cajado" do Senhor, como um pastor de ovelhas separa o seu rebanho. Ez 20.33-44. Em Ez 22.17-22 o mesmo processo de purificação é repetido sob a figura do fogo do refínador. Ml 3.1-3.

Daniel recebeu do Senhor uma revelação especifica sobre este tempo de tribulação no fim deste "século" presente em que temos um vislumbre da relação entre as regiões celestiais e as terrestres. As hostes celestiais, sob o comando de Miguel, o arcanjo, entrarão em choque com os inimigos de Israel, tanto os visíveis como os invisíveis, conseguindo libertar os israelitas fiéis.

Em várias profecias do Velho Testamento encontramos a expressão "o dia do Senhor" (ou Jeová) que se refere ao juízo de Israel e das nações gentílicas e ao tempo da Grande Tribulação de modo geral. Is 2.10-22; Jl 1.15; 2.1; 3.14; Am 5.18-20. Estas profecias às vezes referem-se a algo que ia acontecer em futuro imediato, no tempo do profeta, mas, no entanto o contexto revela que muitas vezes se referem também a um juízo muito remoto e que precede por pouco o tempo da restauração de Israel. Sem dúvida a expressão "o dia do Senhor" refere-se à Tribulação. No Novo Testamento também encontramos semelhante expressão, "o dia do Senhor". I Co 5.5; II Ts 2.2,3, e "o dia de Cristo" (I Co 1.8; II Co 1.14; Fl 1.6-10), expressões que se referem ao período de tempo entre o Rapto da Igreja e a Revelação de Jesus Cristo. Será nesse "dia" em que a Igreja receberá o seu galardão e será unida com Cristo nas Bodas do Cordeiro. Encontramos ainda no Novo Testamento a expressão "o dia de Deus", a qual evidentemente se refere à renovação da terra por fogo e o início do perfeito estado eterno. II Pe 3.12.

2. A Duração da Tribulação. A duração deste período é calculada pelo estudo da passagem em Daniel 9.24-27. Foi revelado a Daniel na ocasião de sua fervorosa oração em favor do seu povo, Israel, que "Setenta Semanas" (ou seja "setes" de anos e não de dias, como o versículo 2 indica) foram determinadas (ou "marcadas") sobre o seu povo e a cidade santa, Jerusalém. Nesse período seriam realizados os seguintes seis importantes eventos: 1) "fazer cessar a transgressão" (vers. 24), isto é, por fim à rebelião secular de Israel contra Deus. Israel crucificou o Messias quando Ele chegou ao mundo, e conseqüentemente foi castigado. Sua incredulidade será transformada em fé à segunda vinda de Cristo, quando essa nação aceitar Jesus como Messias. Toda a nação "nascerá de novo". Rm 11.25-29; Is 66.7-10; Ez 36.24-30. 2) "dar fim aos pecados" (vers. 24), isto é, por um ponto final aos muitos pecados e à rebelião de Israel, evento que se realizará depois da Tribulação. Ez 36.24-30; 37.24-27; 43.7; Zc 14.1-21. 3) "expiar a iniqüidade" (vers. 24), isto é, realizar a expiação em favor desse povo espiritualmente perverso. Isso aconteceu na cruz do Calvário em favor do mundo todo, mas Israel, como nação, até hoje não se valeu dessa maravilhosa providência divina. Mas à vinda de Cristo, Israel se arrependerá dessa atitude. Zc 13.1-7; Rm 11.25-27. 4) "trazer a justiça eterna" (vers. 24), isto é, a justiça que Cristo proveu pela morte na cruz. Is 9.6,7; 12.1-6; Dn 7.13,14,18,27; Mt 25.31-46; Rm 11.25-27. 5) "selar a visão e a profecia" (vers. 24), isto é, chegar ao cumprimento das profecias concernentes a Israel e Jerusalém. Todos conhecerão ao Senhor, desde o menor até ao maior deles. Jr 31.34; Is 11.9. 6) "ungir o Santo dos Santos" (vers. 24), isto é, a purificação do lugar santíssimo do templo dos judeus e a cidade de Jerusalém dos efeitos da "abominação da desolação" e demais sacrilégios praticados pelos gentios durante a Tribulação. Incluirá também a consagração do templo milenial previsto em Ez 40-43; Zc 6.12,13.

Este período de "Setenta Semanas", ou seja setenta vezes sete anos, corresponde, portanto, a 490 anos sacros de 360 dias em cada ano. O período teria início com um decreto para reconstruir a cidade de Jerusalém. Tal decreto foi realmente expedido por Artaxerxes, rei da Pérsia, no "dia 4 de março do ano 445 antes de Cristo. Na profecia ficou revelado a Daniel que esse tempo de 490 anos seria dividido em três períodos da seguinte maneira: 1) Sete "setes", ou seja 49 anos sacros. Dn 9.25. Reinaram sobre a Pérsia os reis Ciro, Xerxes e Artaxerxes. Foi este último rei que lavrou o decreto ao qual se refere a profecia, em 445 a.C, que é mencionado em Neemias 2.1-6.19. A profecia cumpriu-se com a restauração de Jerusalém no tempo de Neemias, 49 anos depois, quando havia terminado o cativeiro babilônico. 2) Sessenta e dois "setes", ou seja 434 anos sacros. Este período teve início logo após o primeiro período de 49 anos é continuou sem interrupção até ao tempo quando Jesus, o Messias foi morto. Dn 9.26. A palavra hebraica "karath", traduzida "tirado" (Almeida) refere-se à crucificação de Cristo, fato que se deu no dia 10 de Nisan, do ano 30 a.D. que corresponde ao dia 6 de abril do nosso calendário. Com esse acontecimento haviam decorrido exatamente as "Sessenta e nove Semanas", ou seja 483 anos sacros. Isso deixa ainda "uma semana" de anos, ou seja sete anos, a se cumprir depois da crucificação de Cristo. 3) Um "sete" de anos sacros, ou seja um período de 7 anos sacros que completará o período de 490 anos previsto na profecia de Dn 9.24-27.

 Com a morte de Cristo por crucificação, que significou a recusa total do Messias por parte de Israel, Deus também suspendeu suas relações com esse povo. Israel ficou "quebrado" na sua incredulidade. Rm 11.17. Temos esperado por dezenove séculos para o início deste último período de 7 anos da profecia. Agora que Israel está novamente na posse de sua terra, parece iminente a realização desta "semana" que ainda está faltando. Estes sete anos serão o fim da Dispensação da Graça e durante este período haverá um pacto entre Israel e o Anti-cristo e todos os eventos previstos em Ap 6.1 a 19.21 terão então seu cumprimento. Esta "semana" terá seu início logo depois do Rapto da Igreja, à segunda vinda de Cristo. O período de intervalo que tem havido entre a 69a. e a 70a. "semana" tem sido o período da Igreja, du-rante o qual Israel é rejeitado. O plano de Deus foi este que as nações gentilicas tivessem a sua grande oportunidade de encontrar a salvação em Cristo, o Messias.
Agora, o que acontecerá durante a Grande Tributação, este período de sete anos? Vamos considerar Dn 12.1 e as profecias que a antecedem. No fim do capítulo 11, vers. 36 a 45, está prevista a chegada ao poder, nos últimos dias, de um imponente governante que é "o rei" (vers. 36). Esse personagem é o Anti-cristo (II Ts 2.3-10), que proferirá blasfêmias e se exaltará muito num regime o mais autocrático possível. Não respeitará as leis estabelecidas e nem as religiões, vers.37. Por meio de suas conquistas militares e sua riqueza (vers. 38,39), ele terá o domínio do Oriente Médio (Síria, Egito e Palestina) e se colocará como rei em Jerusalém, vers. 40-45. Certos judeus apóstatas (Dn 12.10) aliar-se-ão a ele, mas um remanescente permanecerá fiel a Deus. Em favor desse grupo Deus agirá por meio do anjo Miguel. Dn 12.1. Isso ocorrerá durante a segunda metade desse período de sete anos (Dn 12.7), que o profeta denominou "tempo, tempos e metade dum tempo", significando três anos e meio.
O apóstolo João em sua visão na ilha de Patmos (Ap 12) tomou conhecimento do mesmo período da grande Tribulação concernente a Israel. Na visão, Israel era representado simbolicamente como uma mulher vestida do sol, com a lua debaixo dos pés e com uma coroa de doze estrelas na cabeça. Ela deu à luz um "filho varão", que por alguns é tido como sendo o grupo dos 144.000 israelitas. Ap 7.1-9; 12.5; 14.1-5. O mesmo arcanjo Miguel vem proteger Israel nos últimos dias (Ap 12.7), por ocasião da guerra nos céus. Nota-se que as passagens Ap 12.6,14 e Dn 12.7 são cronologicamente idênticas. Esta peleja espiritual tem por alvo vencer Satanás e preservar a "mulher", para que ela não seja destruída nesta derradeira investida do Diabo visando destruir o povo de Israel. Esse esforço da parte das nações, de inspiração satânica, para destruir os judeus, será para esse povo "o tempo da angústia de Jacó". Durante a Segunda Guerra Mundial o ditador alemão Hitler ordenou o massacre de 6 milhões de judeus. Foram asfixiados em câmaras de gás e seus corpos cremados. O autor destas linhas teve oportunidade de visitar um desses campos de concentração em Dachau, na Alemanha, onde centenas de milhares dessas pobres vítimas pereceram. 
Não duvidamos em dizer que essa perseguição anti-semita de tão tremendas proporções constitue ao menos uma parte do cumprimento das profecias a respeito do povo de Israel.
Os Eventos que acontecerão durante a Tributação. No princípio deste período de sete anos o Anti-cristo fará uma aliança com o povo de Israel que na maioria será um povo apóstata. Dn 9.27. No meio da semana, ou seja depois de três anos e meio, ele quebrará a aliança cujas cláusulas certamente permitiriam o restabelecimento da antiga religião judaica e a reconstrução do Templo no mesmo lugar onde Salomão o construiu. Por enquanto o local é ocupado pela Mesquita de Ornar, um dos mais sagrados lugares da religião muçulmana. O Anti-cristo então erguerá no Santo dos Santos desse Templo reconstruído o que Daniel e Jesus chamaram "a abominação da desolação". Dn 9.27; Mt 24.15. Isso bem pode ser uma imagem de si próprio, como os antigos imperadores romanos costumavam fazer, a qual seria obrigatoriamente adorada por todos. Veja Ap 13.15. Assim, a segunda metade da septuagésima "semana" de Daniel será a GRANDE TRIBULAÇÃO propriamente dita. Mt 24.15,21.
Em resumo, vemos então como a Grande Tributação concerne diretamente a Israel e constitue o juízo de Deus sobre essa nação em face de sua prolongada apostasia e negligência para com seu Rei, Jesus Cristo, o Messias. A Grande Tribulação será ao mesmo tempo um processo de refinamento para preparar alguns para receber Cristo e expurgar os rebeldes entre eles. A Tribulação também afetará o mundo todo, pois o problema do povo judeu é um problema mundial. O novo Estado de Israel foi reconhecido em 1948 pela Organização das Nações Unidas. As quatro guerras entre Israel e as nações árabes, em 1948, 1956, 1967 e 1973, têm sido causa de agitação e preocupação em todos os meios políticos em todo o mundo. Não deixam de ser sinais dos tempos da Tributação que estão chegando. A Guerra do "Yom Kippur" em outubro de 1973 teve repercussões as mais intensas, provocando a crise mundial do petróleo, que também ameaça lançar toda a civilização moderna na maior depressão deste século. Já se nota as características dos dias descritos no livro do Apocalipse. Aparentemente, o início da Grande Tribulação será um tempo de grande prosperidade quando todos estarão proclamando "paz e segurança" (I Ts 5.3), por terem alcançado o estado muito deseja o de "Utopia" sob o governo do "superhomem", o grande dirigente político universal que a Bíblia chama de Anti-cristo.

Na segunda parte da Grande Tribulação Deus derramará seus juízos, cada vez mais severos (V. Ap 16) e a terra sofrerá grandes pragas como o Egito sofreu as pragas nos dias de Moisés. Esses juízos virão porque os homens serão mais depravados ainda do que os homens nos dias de Noé e Ló. Gn 6; Mt 24.37-39; Lc 17.22-37; II Tm 3.1-12. Os homens rejeitarão a verdade ao ponto de acreditar no "engano de injustiça" propagado pelo Anti-cristo, que resultará em sua condenação. II Ts 2.8-12; II Pe 3.1-9.

 Mesmo depois que se iniciaram esses juízos terríveis sobre os homens, esses desafiarão ao próprio Deus. Ap 9.20,21, 6.2-11; 17.1-18; 18.1-24. Não há palavras para descrever a rebelião e a iniqüidade praticadas pelos homens durante este período da derradeira luta entre Deus e Satanás pela posse da Terra. Ap 11.15; 12.7-12; 19.11-21; 20.1-3. No fim deste período, quando Jerusalém estiver cercada pelos exércitos nas nações aliadas sob o Anti-cristo (Zc 14.1-4; Jl 3.9-17), e quando Israel não dispuser de mais nenhum meio de resistência, e quando parecer que Israel desaparecerá como nação e sendo totalmente destruído, nesse momento esse povo se arrependerá, invocando o nome do Senhor, pedindo-lhe socorro. Is 64; Zc 12.8-10. O Senhor se manifestará do céu, vindo como seu Libertador e vingando-se dos seus inimigos. Ele julgará as nações e implantará seu glorioso governo de 1.000 anos de paz sobre a terra. A capital desse governo será a própria cidade de Jerusalém. Mt 24.27-31; 25.31-46.notas o plano divini atravez dos seculos Laurence Olson,cpad)

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