quinta-feira, 10 de julho de 2014

LIVROS APÓCRIFOS

OS LIVROS ÁPÓCRIFOS                   

                                                   A reforma protestante e os livros apócrifos

O  fato de novo testamento citar varias vezes outros livros do antigo testamento grego não prova de forma alguma que os livros deutoro canônicos, que ele contem sejam inspirados.Não é sequer um fato comprovado que a septuaginta do século 1° contivesse apócrifos.Os incluem datam do século 4°.Mesmo que esses escritos estivessem na septuaginta nos tempos apostólicos,Jesus e os apóstolos jamis os teria citado apesar de supostamente estarem incluídos na mesma versão do antigo testamento geralmente citada.Até as notas da(New América bible(nab)admitem de forma reveladora que os apócrifos são livros religiosos usados por Judeus e católicos que não foram incluídos na coleção de escritos inspirados.Pelo contrario,foram introduzidos bem mais tarde na coleção da biblía.Os católicos os chamam livros"deutero canonicos",segundo canon.
Em resumo,a igreja cristã incluindo,Anglicanos,Luteranos e Reformados,rejeitou os livros deutero canonicos como parte do canon.Eles fazem isso porque lhes falta o fator determinante primario da canocidade:os livros apócrifos não tem evidencia de que foram escritos por profetas escolhidos por Deus.Outra evidencia é encontrada no fato de que os livros apócrifos jamais foram citados como autoridade nas Escrituras do novo testamento,nem fiseram parte do canon judaico,e a igreja primitiva nunca os aceitou como inspirados.(notas enc.apologética,Normam G.pp.54).

                                  Biblia Católica ou Protestante?
                                           Livros Apócrifos 
"Por que razão a Bíblia católica tem 73 livros, quando a protestante tem apenas 66? Qual delas é a certa?"O Novo Testamento, tanto nas bíblias católicas como nas protestantes, não apre­senta qualquer diferença quanto à quanti­dade de livros. Todavia, o mesmo não ocorre com o Velho Testamento, pelas ra­zões seguintes:
1) Segundo o concilio de Rabinos de Jâmnia, realizado entre 90 e 100 d.C, o V. T. constitui-se apenas de 39 livros constantes das bíblias evangélicas, mas a Igreja Católica Romana, no Concilio de Trento (1546) resolveu afirmar solenemente a canonicidade dos apócrifos (livros completos e adi­tamentos), 
b) Em virtude de ter aceito muitas inovações doutrinárias, o catolicis­mo  romano   foi   obrigado   afastar-se  da Bíblia. O rompimento não foi imediato, mas gradativo: Jerônimo e Crisóstomo in­sistiram na leitura da Bíblia. Agostinho considerava as traduções dela um meio abençoado de pregar a Palavra de Deus en­tre as nações. Gregório I recomendou a sua leitura. As restrições começaram com Hildebrando, que proibiu aos boêmios a leitu­ra da Bíblia. Inocêncio III, em 1215, impe­diu o povo de ler a Palavra de Deus em sua língua materna, mas somente em latim, língua conhecida apenas por alguns erudi­tos. Clemente XI condenou a leitura da Bíblia pelos leigos, etc.
 2) O Concilio Tridetino foi um dos pontos salientes da Contra-Reforma Católica. Com o progresso do protestantismo, a Bíblia foi colocada nas mãos do povo. que percebia claramente, na sua leitura, o quanto o romanismo afas­tara-se da sã doutrina apostólica. O clero romano pressionado e desafiado a susten­tar na Palavra de Deus suas doutrinas foi forçado a aceitar uma autoridade religiosa - a tradição - e canonizar os apócrifos, nos quais muitos dos falsos dogmas poderiam ser sustentados, 
3) A própria canonização constitui a maior prova de que tais livros, até o Concilio de Trento (1546) não eram considerados, mesmo pelos católicos, como escritos sob inspiração divina. Os motivos da rejeição de tais livros por parte dos rabi­nos judeus, são: porque tinham sido escritos depois de Esdras e Neemias (Eclesiás­tico e I Macabeus). quando se cria que a inspiração havia cessado; porque foram es­critos em grego ou. pelo menos, por se des­conhecer seu possível original hebraico (Sabedoria e 2 Macabeus); porque seu tex­to hebraico (ou aramaico) estava perdido na ocasião do Concilio (Judite, Tobias, Baruc). 

4) Em conclusão, a Bíblia certa é aquela traduzida por entidades fiéis ao texto sagrado, descomprometidas com o falso ecumenismo ou seitas heréticas; é aquela que não apresenta livros e adita­mentos espúrios, e nem mesmo anotações capciosas tendentes a desviar o leitor da sã doutrina da Palavra de Deus. Contudo, muitos católicos sinceros, ao examinarem humildemente o texto sagrado de suas pró­prias Bíblias, encontraram nele a orienta­ção segura para o único caminho de salva­ção, Jesus Cristo, e hoje servem ao Mestre nas diversas denominações evangélicas.(notas,a biblia responde,edições cpad,1985).

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe aqui seu comentário!

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.